“…Singular”

29 10 2009

 Só te falo as frases que você quer escutar, você me manda mensagens lindas pelo celular.
Você faz graça do tempo, rindo do tom da minha voz. Vem ver o céu azul que eu pintei pra você, minha maior inspiração, pra nossa comemoração do ano que passou e os novos que virão…
Vem dançar comigo e me faz ser o seu primeiro amor, traz um sonho pra mim. Todos dizem que isso sempre foi fácil de se perceber… Eu só falava no seu nome, olhava pra você e quando a gente está junto é como se o resto desaparecesse, a gente se tranca em nosso mundinho tão singular!





“Falling in love!”

27 10 2009

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Desilusão machuca… Fecha as portas para o amor! Um dia eu me entreguei e hoje eu sei o que é a dor. Eu conheci então o lado obscuro do amor!

 

Uma vez me disseram que somente um grande amor para reabrir um coração! Mas por ironia do destino, meu anjo bom atende pelo mesmo nome do anjo mal, que outrora me fez sofrer tanto!

Não sei se o que sinto por você pode amenizar feridas do passado que eu tento esquecer! Apenas tenho medo de me entregar e o destino me castigar mais uma vez!

E se isso acontecer…

Eu nunca mais vou ser capaz de amar de novo alguém. Por isso me retraio e muitas vezes evito me expor demasiadamente a esse sentimento!

Mas a vida não espera e eu devia me arriscar, por que se eu perder a chance, nunca irei me perdoar!

 

Você mudou minha vida, mas ainda tenho medo de amar como eu amei!

Queria te querer. Eu só te peço pra esperar… E se teu amor resistir ao tempo…

ME ENSINA A TE AMAR!!!





Fora do aquário!

25 05 2009

aquario

Sempre busquei estar rodeado de amigos, mas o engraçado é que hoje em meio aos velhos amigo sinto-me um peixe fora d’água, enquanto eles nadam no mesmo velho aquário redondo de sempre…

Nunca me imaginei vivendo o papel de peixinho dourado… O aquário nunca me deu o que queria, eu precisava de oxigênio. Sair da proteção e da aparente segurança por trás das paredes de vidro foi difícil no inicio, mas com o tempo criei marra e aprendi a me virar sozinho.
Varias vezes pensei em voltar para as águas do aquário, mas a sensação de poder respirar o oxigênio é tão víciante que quanto mais você enche os pulmões maior é a vontade de seguir naquele rítimo gostoso do inspira, expira, inspira, expira…
Depois de algum tempo conheci passarinhos que me ensinaram a voar! Passei a andar em bandos e voar cada vez mais alto.
As vezes bate uma saudade dos peixinhos coloridos com os quais cresci e mergulho em seu encontro para tentar relembrar como era viver em meio a peixes, mas a monotonia do aquário, a falta de animo dos peixes e a ausência de oxigênio, são coisas com as quais não consigo mais me acostumar. Meus amigos hoje são pássaros que voam alto e minha vontade é voar também.





“Desenterrando palavras²”

17 02 2009

Quando você me achou naquela tarde, esperando com cautela, você veio e pesando que fecharia nossa história com chave ouro, tentou me beijar… Eu retribuí a sua tentativa… E vejam só, aqui estão os finais tristes! Oh! A piada aqui é sobre você!!
Pra me certificar de que o ontem não se repita, tirei você de minha vida e o beijou que pra você seria o inicio pra mim foi o final.
Deveria ter sido apenas o primeiro beijo, mas fiz dele o único… Talvez eu nem me importe com o que você está pensando ou sentindo por mim. Naquela tarde eu vi o mundo dos meus olhos, olhei apenas para mim, fui egoísta até o osso.
Minha rota de fuga talvez tenha sido meu maior desvio para o erro e agora me vejo como alguém incapaz de amar.
E na manhã seguinte você vem em falar que só estava fingindo… Ok! Pode até ser, mas o fato é que a piada aqui é sobre você e no SEU jogo de cartas marcadas o vencedor fui eu!
Melhor sorte da próxima vez, mas pra você é fim de jogo.





“Desenterrando palavras..!”

15 02 2009

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Lá fora a chuva caia, ainda lembro daquela tarde… As minhas lagrimas você veio enxugar, meu coração não pode esconder que eu não chorei pra ter você perto de mim e poder te dizer que sempre te amei em sonho.
Agora meu coração em silêncio grita que eu te amo, enquanto meus olhos traduzem meu silêncio. Tomou conta de mim… Tomou meu coração…
Não vou te deixar caminha outra vez só, seja lá pra onde você for. Nosso amor vai nos proteger. Ele é mais forte que o temporal e mesmo que o dia possa escurecer, o nosso autor vem pra nos clarear na próxima página. E os corações voltaram a sorrir quando o dia amanhecer… Há um oceano diante de nós para mergulharmos, então em diga pra que o mundo saber que o meu coração ta gritando por você, meu amor.

[Dizem por aí que minhas palavras andam muito cinza, então resolvir desenterrar uma página escrita a mais ou menos 1460 dias... Palavras enterradas  no tempo]





“Nossos mundos mudaram.”

5 01 2009

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O mundo mudou… A rainha viu sua fortaleza ser despedaçada, desceu do trono e abraçou a mais baixa das criaturas e o anti-herói? Bem ele estava lá para testemunhar tudo.
“É só eu fechar os olhos por alguns segundos e você faz besteira”, foi a única coisa que saio de sua boca após abrir os olhos e ver o castelo de sua amada rainha desmoronar como se feito de palitos de fósforo, mas talvez seja melhor assim! ainda era madrugada e o anti-herói sabia que algo havia mudado, não só na rainha, mas dentro de si também. No dia seguinte ele se viu em meio a sorrisos e muito álcool, ele nunca foi disso, tudo bem ele até sorria de vez enquanto, mas nunca daquela forma. E após passado e efeito do álcool ele viu que o titulo de anti-herói não lhe cabia mais, um novo tempo estava começando e ele precisaria de uma nova mascara, uma nova forma de enganar a si mesmo…
talvez seja a hora de realmente acreditar na mágica dos sonhos e aproveitar o inicio desse novo tempo, não para recomeçar, mas para transformar meu mundo… É difícil acreditar que dessa vez vai ser diferente, que não estou vestindo as asas de Icaro.
Agora só me resta esperar o carnaval e torcer para que a “quarta-feira de cinzas” passe despercebida do meu calendário.





“Desejos…”

28 10 2008

Vamos brincar como adultos…

… Sei que vai ser bom, pois eu tenho a imaginação fértil e gosto de agradar!!





“Encontro com a rainha – Segredos.”

15 10 2008

- Quem é você que ousa adentrar em meu mundo sem a menor explicação?
- Apenas, achei que encontraria em você as respostas para as minhas perguntas. Não sei, mas algo em você me chamou atenção.
- O que te faz achar que eu tenho suas respostas, ou melhor o que te faz achar que eu estou disposto a te ajudar? dê-me um bom motivo para continuar dando-te atenção
- Não sei, posso até parecer tola, o seu nome já diz tudo. Mas o meu instinto de Rainha me disse que você se esconde atrás de agressões, e usa esse ar rude para nao se tornar vulnerável. Não, se você nao quisesse me dar atenção já teria desistido. E outra que, sinto que você tem muito a compartilhar com alguém, comigo.. Cuidado para não tropeçar nas suas próprias palavras, você mesmo já disse que queria alguém pra conversar até o amanhecer.
- Humm… Então você se intitula “rainha”, adentra em meu mundo e ainda acha que me conhece? Nunca ouvi falar de tal Rainha, mas algo me diz para disperdiçar um pouco do meu tempo contigo… Diga-me o que tenho a te oferecer, por que buscastes ajuda em mim, se pode ter em suas mãos os melhores pensadores de seu reino como conselheiros.
- Primeiro, você se apresentou a mim, me disse seus medos, seus anseios e suas vitorias e derrotas. [confesso que fiquei abismada com o numero de derrotas, mas isso não vem ao caso]. A Rainha de Espadas não precisa ser conhecida para ser Rainha, procuro a tranquilidade de meu Reino, tentando assim encontrar uma razão para nao acabar com este que se intitula de “meu lar”. Você diz “pode ter em suas mãos os melhores pensadores de seu reino como conselheiros”, o meu Reino é uma farça, aquelas se dizem conselheiros na verdade tramam a minha morte, aquelas se intitulam “bobos da corte”, de bobos não tem nada. Vivo em um mundo ilusório, e não sei como sair dele. O seu nome me chamou atenção, e não sei porque.
- Posso ter vivido a dor de inumeras derrotas, mas ao menos posso bater em meu peito e gritar aos quatro ventos que não estou rodeado de traidores, que só querem me ver pelas costas. Não tenho ouro, nem muito menos uma coroa para ostentar em minha cabeça, apenas escrevo minha historia como quero, sem obedecer aos rotulos de herói ou vilão, sem seguir o bem ou mal, apenas fazendo o que acho certo…para mim!
- Já disse que suas derrotas não vem ao caso.
- alguns dizem que essa seria a “receita” para a felicidade, mas te digo uma coisa… NÃO SOU FELIZ!
- Bater no peito e gritar aos quatro ventos que não estou rodeado de traidores, que só querem te ver pelas costas, não traz felicidade? Retenha-se a responder minha pergunta.
- Na verdade isso trás um certo alívio, mas não felicidade… Pois a traição é um instinto da raça humana, e não conviver com traidores siginifica isolar-se do resto da humanidade! Sendo assim, posso afirmar-te que solidão não combina em nada com felicidade.
- Então, prefiro não bater no peito e gritar por razões que me parecem incertas.
- Quais seriam as razões certas para tal ato então?
- Não sei, talvez amigos, a certeza que se é amado por alguém. Depende das ambições de cada um, felicidade e satisfação não podem ser regidos da mesma forma para todos.
- Então diga-me, você é feliz ou satisfeita com (sua vida) seu reino?
- A forma como ele começou foi um tanto repentina, no começo tudo era gotas de orvalho que despencavam das folhas, os raios de sol, era tudo muito bonito. Mas então, as verdadeiras ilustrações apareceram. Não tenho as palavras certas para lhe dizer se sou feliz ou nao, apenas posso te dizer que não é possível negar que a tristeza dos meus olhos inundaram minha alma, e a falta que o meu sorriso me faz é imensa, em alguns dias. Porém, encontrei alguem que me faria sentir viva novamente, se diz meu súdito. E o faz jus ao nome. O que você me diz, sou feliz?
- Uma rainha que vive um mundo onde bobos da corte tramam tomar seu trono, que tem inumeros soldados, mas que não conhece as almas que escondem-se por trás de suas armaduras… Porém ela possuir um súdito… Bem, não vejo como respoder sua pergunta, pois não conheço teu súdito, não sei da essencia de sua alma, mas se é humano, com certeza ele é incapaz de te fazer feliz por todos os seus dias.
- Por que és tão ofensivo com os humanos?
- Sinto informar-te rainha que ainda a julgo confiavel para que eu possa revelar-te meus segredos! Além do que, ainda julgo-te humana.
- Acredito que com o tempo me tornarei confiável, por hora, basta-lhe saber que existe alguem que busca ajuda e que esta disposta a ajuda-lo.  Saudações, a Rainha de Espadas.
- …





“Encontro predestinado.”

15 10 2008

O medo de mostrar as dores era tão grande que o menino, desde cedo, aprendeu a escondê-las com uma aparente calmaria. Todos dos dias, antes de sair para o mundo, ele vestia-se com uma tranqüilidade que, que não te pertencia o tempo todo. Foi moldada para não revelar as feridas que o abatiam por dentro. Não queria que o olhassem com pena. Queria mesmo era ser feliz, mesmo que isso lhe custasse a vida. Aos poucos criou sua personalidade com aparentemente imbatível. Um olhar esquivo, a voz encolhida, o pensamento insano e um desejo incomparável de mudar o mundo.
E assim impreguinado de sensações construídas ele segui a vida inventando sua personalidade e passou a denominar-se “anti-herói”
Até se dar conta de que, para curar suas feridas, o menino teria que se despir de sua fantasia de “herói”. Fazia tempo que não se atentava para isso, até que alguém com feridas semelhantes, trajando manto vermelho, coroa e cetro, adentrasse no âmago de suas idéias.





“O Anti-herói & a Rainha de Espadas”

24 07 2008

 

Eis que enfim o sudito encontra a rainha… Ela não vestia seus trajes reais, não usava coroa ou portava em suas mãos algum decreto. Apenas trazia consigo como acompanhante uma jovem donzela. Ao vê-la no meio do campo de batalha ele não se conteve, abraçou-a e disse-lhe algumas poucas palavras! Ele queria ter aproveitado melhor aquele momento, mas a menor distração no meio da guerra poderia custar-lhe a cabeça.

De longe ele ainda teve tempo de gritar, “te vejo quando a guerra acabar!”, ela então sorriu e regressou ao seu reino, deixando pra trás seu fiel escudeiro já exausto de tanto batalhar.

Ela não sabia, mas aquele abraço deu forças ao seu sudito para resistir até que o ultim o inimigo se retirasse do campo de batalha. Seus ferimentos já não lhe causavam tanta dor e o sangue que escorria em sua testa, dava-lhe a aparência de um guerreiro abensoado pelos deuses, provocando medo até no mais temível dos inimigos.
Com a respiração ofegante ele caí no chão, após cortar a garganta do último adversário, desejando loucamente o fim da guerra para poder então rever sua rainha em seus trajes reais.